quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Socorro bem presente


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Esta semana assisti uma reportagem muito interessante que me levou a uma reflexão por demais confortadora. A referida reportagem trazia cenas de uma macaquinha que estava nas suas primeiras aventuras no aprendizado de procurar o seu próprio alimento. E, nessa busca de alimentos, pôs-se numa situação de risco no topo mais alto de uma grande árvore com cerca de 25 metros de altura.De repente, soltou-se e caiu. No percurso da queda,  conseguiu segurar com a cauda uma tênue galha entre uma e outra árvore. Ficou dependurada pela cauda sem poder apoiar-se ou mesmo alcançar, com qualquer das patas, outro galho para recuperar-se do susto. É que se encontrava no vazio entre umas e outras árvores. Irremediavelmente estaria fadada a despencar-se até atingir o solo quando suas forças concentradas na cauda já não fossem suficientes para evitar a queda fatal. E, num instinto de sobrevivência, apavorada com a inusitada experiência, pôs a "guinchar" até que a macaca-mãe, com seu instinto materno e toda a experiência no malabarismo entre-árvores, veio em socorro da filhota. Assim, espichou sua longa cauda em direção à aflita macaquinha que pode, então, apoiar-se nas suas costas até atingir lugar seguro. O corpo da macaca-mãe funcionou, literalmente, como uma ponte segura entre o abismo e o local de apoio e de segurança. Pois bem! Creio que você já imaginou essa cena e tirou as suas conclusões, contudo, nunca é demais convidá-lo a fazer comigo uma reflexão a mais acerca de uma verdade ilustrada por essa história de socorro e salvação. Saiba que, à semelhança da macaquinha, todos nós estávamos desgarrados, sem rumo e sem esperança. Um abismo nos esperava em razão do pecado latente em nós.  "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" Rm 3:23. E, por causa do pecado, íamos nos despencando pelo abismo rumo à morte. Porque o salário do pecado é a morte. Todos, sem exceção, nos encontrávamos na mesma condição - pecador.Mas, a exemplo da providencial salvação experimentada pela macaquinha, nós, também, podemos estar salvos e seguros em razão do amor incondicional de Deus dispensado a todos aqueles que o amam e confiam no perfeito, único e eficaz sacrifício de Cristo. Sim! Deus cumpriu em Cristo Jesus a promessa de salvação e, por isso, temos nele a segurança que tanto precisamos. Ele é o nosso refúgio, socorro bem presente na tribulação.  Deus nunca nos abandona, ele é como uma rocha firme que nos protege.  Como é precioso o teu amor, ó Deus!

Os homens encontram
refúgio à sombra das tuas asas.
Mas uma pergunta se faz necessária. Você crê na pessoa de Jesus e o tem como único e suficiente salvador? Quem sabe você se encontra desesperado  em queda livre rumo ao abismo e não entendeu que há alguém capaz de socorrê-lo. Pense nisso e responda para você mesmo. E que Deus te abençoe. Pb. Hely


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Acampar é Bom

Vista do gramado  A.B.A. -Acampamento Belo Amanhecer
 13ª Temporada da Família Ferraz


Para quem não conhece o ABA - Acampamento Belo Amanhecer, fica uma importante sugestão: ENCONTRO DE FAMÍLIA. Estamos partindo para a 13ª temporada da Família Ferraz. É um lugar aprazível, onde a natureza dá o toque da suave oportunidade de estar isolado do barulho típico da cidade grande mas perto dos recursos da cidade, caso necessários.  




Reunião para o almoço


O local dispõe de refeitório mas poucos deixam escapar a oportunidade de se alimentar da forma mais simples possível sob a sombra das árvores. Nada de toques refinados mas tudo dentro da mais completa harmonia com a natureza. Afinal, a gente precisa, de vez em quando, deixar as etiquetas de lado o que faz muito bem. Caso não seja este o seu estilo ou gosto, o local possui um refeitório para 200 pessoas.






            

Hora do lazer




Oportunidades de lazer é o que não falta.
Cada grupo pode elaborar a sua programação de lazer. Vôlei, queimadas, caminhada, trilha na serra, piscina e jogos de salão.
      




O churrasco não pode faltar






 O churrasquinho comunitário não pode faltar.









Palestra no auditório





Palestras educativas, devocionais e cultos são realizados na capela, num ambiente cristão e saudável.




As palestras atingem público de todas as idades.
Os grupos que vão ali promovem também palestras
para as diferentes faixas etárias.
Palestra no auditório


Saída da Capela - descontração


Descontração é o que não falta na saída da capela.

O ACAMPAMENTO BELO AMANHECER
está localizado próximo de Goiânia/GO e é um segmento do Presbitério Oeste de Goiânia.

Por aqui passa centenas de jovens e adolescentes todos os anos por ocasião dos feriados prolongados quando então promovem seus congressos e reuniões.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Qual será o seu presente?


Um desenho colorido de um presente de Natal —  Vetores de Stock #54163359        

 O Natal se aproxima!  Está às portas!

Luzes, trocas de mensagens, intensa movimentação pelas cidades concentração de pessoas nos shoppings, mercados e avenidas de   comércio; brincadeiras de amigo secreto aqui e acolá, promessas de mudança e renovo de relacionamentos, comidas e pratos refinados nas mesas, bebidas em abundância. 

Enquanto isso, outros padecem o sofrimento da miséria a ponto de nada terem à mesa. 

Sim! É isso o que tem marcado as comemorações de natal pelo mundo afora. 
Depois, fogos de artifício preanunciam o novo ano. E assim vai, ano a ano. 
Tudo muito bonito, agradável e atraente. 
É bom ver as famílias nesse clima de fraternidade próprio da época natalina. Quem sabe pudéssemos viver em intensa e interminável fraternidade todos os dias do ano, sendo mais camaradas, compreensivos, amáveis, desapegados ao dinheiro e mais generosos, hospitaleiros e, acima de tudo, gratos a Deus.

Mas uma coisa, ainda, me preocupa. 

Digo, ainda, porque todos os anos a preocupação se repete. Afinal, quem é o aniversariante? Quem deveria receber as homenagens? E os presentes? 
Fala-se em natal (natalício) mas o verdadeiro personagem do natal, aquele que deveria ser homenageado continua no anonimato. 
Quem sabe, esquecido e do lado de fora da festa. 
E numa inversão de valores, quem se apresenta como protagonistas da festa,  reivindicadores de toda a atenção e "merecedores" dos presentes e homenagens? 

Você já sabe, não é? 

Afinal, fomos criados assim. Desde a nossa infância aprendemos reivindicar dos nossos pais, nessa época do ano, os nossos "merecidos" presentes. 
Enquanto isso, Ele, o aniversariante, nada recebe. Ele é a razão da festa mas não entra na festa. Outros festejam no lugar Dele como autênticos sub-rogadores das homenagens que só a Ele são devidas. 
Ele é a causa santa de tantas comemorações mas sempre fica de fora da festa. 
As bebedices, comuns nessa época, embriagam a muitos que sequer dão conta da importância da data. Se a vida, para muitos, se resume nos prazeres terrenos e não na esperança de ressurreição e vida eterna, a conclusão não será outra senão “comamos e bebamos, pois amanhã morreremos”.  
Outros estão inebriados com os presentes, ostentado-os como se fossem troféus de reconhecimento da amizade e conceito que gozam diante dos amigos. E Jesus? Que conceito Ele goza no seu ciclo de amizades? 
Quando reunido com os amigos, na troca de presentes e mensagens, nos festejos, nas viagens de lazer (dos sonhos), qual o nível de consideração você dá a Jesus, o verdadeiro personagem da festa? Onde você hospedaria Cristo? Você o colocaria novamente numa estrebaria ou daria lugar a ele no melhor aposento do hotel que você reservou para essa época do ano? 
Penso que é hora de reflexão. Mais uma vez, outra vez e outra vez mais. 
Deveríamos nos preocupar em homenagear e presentear  o verdadeiro aniversariante, razão do natal. Deveríamos dar a Ele da primícia dos presentes, depois viriam os presentes de amigos e familiares. 
Os pastores de Belém, assim o fizeram tão logo souberam da boa notícia. A boa nova de salvação levou os pastores a providenciar, num tempo de difícil locomoção, o que tinham de melhor para, no encontro com o menino, o Salvador prometido, prestar-lhe toda a honra e homenagens merecidas. 
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"E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra." Mateus 2:11

Talvez o detalhe esteja nisso: merecimento. 

Quem sabe Jesus sempre esteve fora da festa, das homenagens e dos presentes porque falta a muitos esse reconhecimento de que Ele merece ser honrado, prestigiado, reverenciado e presenteado. 
Mas como você pode presentear Jesus? O que você pretende dar a Jesus como oferta de reconhecimento? Saiba que Ele não precisa de presentes caros adquiridos nas lojas da cidade ou mesmo de valor que excede as suas posses. 
Ele quer algo de muito valor, impagável, inestimável que está ao seu alcance. Ele quer o seu coração de presente. Um coração que represente tudo o que é puro, amoroso, cordato, hospitaleiro e sincero acima de tudo. Um coração resultado de uma mente esclarecida na palavra santa das Escrituras, conforme bem concluiu o apóstolo Paulo quando da sua carta aos Filipenses: 

"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." Filipenses 4:8.

Abra, pois, o seu coração para Jesus e presenteie-O. 
Coloque Jesus no centro da festa que é dEle mesmo. 
Dê um presente para Jesus neste natal. 
Dê a Ele o seu coração. 
E que Deus possa lhe proporcionar muitas alegrias nesse natal.  

sábado, 9 de dezembro de 2017

Temer ou Faraó (breve reflexão do Pastor Karley)

                                                  


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Temer ou Faraó

Êxodo 5:1-13
            O momento que vivemos no Brasil é confuso. Nos últimos dias o governo liberou uma sequencia de aumentos para a população, no preço da água, energia, gás, gasolina e outros, o que vêm aumentando a decepção do povo em relação aos governantes.

Refletindo nossos dias, procurei entendê-los por meio da Bíblia, através do texto que todos conhecem. “Moises e Arão, foram até Faraó, pedir que deixasse o povo de Deus sair livres, porém, Faraó entendeu que o povo estava muito desocupado e decidiu retirar a palha que lhes dava para fabricarem os tijolos”. É o que penso que está acontecendo, o governo quer colocar as reformas para ser votadas,  o povo protesta e, para desviar a atenção do povo das suas reais intenções, ele (o governo) contra ataca, aumentando o custo de vida, numa forma de governar, sem ser incomodado pelos governados, mascarando de democracia  as suas atitudes comunistas.

        -O que temos a fazer?

 Voltemos para o texto. O povo reclamou para Moisés. Afinal,  aumentaram as dificuldades do trabalho e diminuíram os “insumos” (palha). Esse foi o grande erro! O povo não confiou em Deus e, ao reclamar para Moisés, aumentou a ira de Deus. Este é um exemplo para nós hoje: Enquanto estamos procurando culpados e reclamando, deixamos de orar, de ir a igreja e de ler a bíblia. A solução para este país não está nos governantes e nem nas murmurações. É hora de acreditar no poder soberano de Deus, lembrando sempre da ordem:  “...tão somente dei a  este povo que marche” Êxodo  14:15.


Rev. Karley G. França
É pastor Presbiteriano

Goiânia - GO

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Fora de pauta: Que democracia é essa?


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Democracia pressupõe governo do povo para o povo. Digo pressupõe, porque, a meu ver, muitas democracias instaladas bem próximo de nós, na verdade, são verdadeiras ditaduras travestidas de democracia. Senão vejamos: a) a base do conceito de um Estado democrático é a existência de um governo do povo, cuja eficiência depende da defesa de princípios e direitos; b) tais princípios dizem respeito à igualdade entre as pessoas, a liberdade de expressão e os direitos políticos. Mas o que me chama a atenção é o fato de se tentar sustentar um sistema democrático com um povo despreparado para viver democraticamente. É o caso do Brasil. Vejam que muito se fala em direitos: de igualdade de oportunidades; de expressão; das minorias; de acesso aos serviços públicos; de eleger seus representantes; direitos, direitos e mais direitos. Contudo, pouco se fala em deveres. Aliás, qualquer ato que importe em cobrar de alguém o cumprimento de algum dever, importa em suscitar o velho chavão: "isso é ditadura" ou "isso é radicalismo". Pois bem! Penso que vivemos a pior das ditaduras quando sou obrigado a ficar trancado no interior da minha casa com medo de ser assaltado a qualquer hora; quando sou obrigado a pagar mais de quatro reais por um litro de gasolina para sustentar um monopólio diabólico que visa tão somente explorar o consumidor; quando não posso expressar minha opinião livre sobre temas polêmicos como: ideologia de gênero, aborto, religião e outros temas e, logo, não ser considerado conservador e retrógrado; quando sou obrigado ver a mídia concedendo espaço a toda sorte de pensamentos promíscuos no sentido de disseminar a destruição da família; quando sou obrigado a trabalhar cinco meses no ano somente para pagar impostos. E mais:que democracia é essa?que o cidadão não respeita os direitos do próximo ao furar descaradamente a fila de atendimento;que joga pela janela do carro objetos e descartáveis; que o cidadão conduz seu animal de estimação para fazer suas necessidades sobre a calçada da minha casa; que o silêncio é rompido a qualquer hora do dia ou da noite com músicas no volume acima do limite permitido; que democracia é essa? Sinceramente não creio que estou vivendo em um pais democrático. Não creio que o nosso povo está politizado o suficiente para viver em comunidade. Afinal, politizar é o mesmo que dar consciência política a alguém e isso o nosso povo está longe do ideal.   



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Como está a sua lanterna?


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“Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.

"Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.
E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa.
Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus”.
Mateus 5: 13-16


"Certo homem cego era conhecido em sua cidade por andar sempre com uma lanterna acesa em uma das mãos. De um lado para outro, sempre com uma lanterna acesa. De dia ou de noite, a sua lanterna nunca estava apagada. Curioso, certo homem o parou em uma das ruas e o indagou. O senhor é cego, não é? Ao que respondeu: sim, sou cego e nada posso ver. Então qual a razão de o senhor estar sempre com uma lanterna acesa nas mãos, se a noite e o dia para o senhor não tem qualquer diferença? O homem cego imediatamente respondeu: ando sempre com a luz desta lanterna para que as pessoas, orientadas por ela,  não tropecem em mim." 

O mundo nunca precisou tanto da perene luz que irradia o amor, a compreensão, a tolerância e a amizade entre as pessoas. Vivemos num tempo que prevalece a individualidade e a independência. Laços de amizades são rompidos facilmente, especialmente, quando o interesse material prevalece sobre as mais sublimes virtudes que deveriam nortear as relações interpessoais. Valemos pelo que temos e não pelo que somos. Ninguém está interessado na história de vida do outro pela necessidade de se sobreviver na guerra de competição. O tempo vale dinheiro! Essa é a tônica da conversa. A história do cego nos faz refletir que tipo de pessoa somos nós. Nos faz pensar o porquê 24 horas diárias tem sido insuficientes para a consecução de todo o trabalho que nos propomos realizar a cada dia. Daí, vemos que, na ligeireza do passar do tempo, nos falta um pouco mais de tempo para nos doar às pessoas.  Os textos bíblicos, preambularmente citados, nos fazem meditar na urgência de um renovo. É como se a bateria da nossa lanterna estivesse indo à pique. Um recarrego. Nova energia, nessa hora, se torna de fundamental importância para continuar. A luz tem de brilhar diante dos homens, num momento de conturbada convulsão social. Insegurança por todos os lados; violência; impunidade; intolerância nas mínimas coisas; egoismo; individualidade, isolamento midiático das mais variadas modalidades. Tudo isso nos faz refletir sobre a urgência de estar com a luz sempre acesa para que outros não tropecem em nós. Não queremos ser pedras de tropeço nem palmatórias do mundo mas SAL de bom tempero, LUZ de máxima reflexão para que os outros vejam Cristo em nós. O apóstolo Paulo conclama: "Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo". Em outras palavras: " Por toda parte onde andares, leva contigo uma luz, a fim de que não causes tropeço a ninguém". Mas para que isso aconteça somos desafiados ao bom testemunho. Testemunhar é um desafio. Exige ação. Se queremos melhorar o mundo devemos começar por nós num constante testemunho, não permitindo que a luz da nossa lanterna se apague. Não permitamos que alguém tropece em nós. E que Deus tenha misericórdia de nós.

domingo, 23 de julho de 2017

Uma terra restaurada

A Terra será restaurada


Resultado de imagem para imagem da natureza belaUm tema de alta relevância que tem sido destaque nos fóruns de discussão ou assembleias é o conservacionismo  focado no meio ambiente. De fato, a proposta dos ambientalistas está mais do que em "voga, chegando a constituir-se num estilo de vida para aqueles que estão diretamente ligados ao tema. E o cerne da proposta é: preservação do meio ambiente, dos recursos naturais e das plantas. Os ecologistas, sobremaneira preocupados com as questões ambientais, estão sempre a nos alertar da necessidade de se utilizar corretamente os elementos da natureza, de  manter-se o equilíbrio através da aprendizagem e interação com o meio ambiente. Tudo isso, podemos afirmar: visa a promoção da prosperidade da humanidade.Tudo isso parece novo e, de fato, é novo para muitas pessoas. Mas a preocupação com o meio ambiente, com o belo e com o perfeito, é antigo. Deus já se preocupou com isso. E a prova de que Deus já se preocupou com as questões ambientais está nos registros Bíblicos, senão vejamos: 

"No princípio criou Deus os céus e a terra".(Gn 1:1)  

 "E disse Deus: Produza a terra relva, ervas que deem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, deem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra.
 E assim foi."(Gn 1:11)
   
" A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo as suas espécies, e árvores que davam fruto que tinha em si a sua semente, segundo as suas espécies.
 E viu Deus que isso era bom".(Gn 1:12)
o destaque é nosso   

Pois bem! No soberano conceito de Deus a sua obra estava perfeita, eis que tudo era bom. E, assim,


"Disse-lhes mais: Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem semente, as quais se acham sobre a face de toda a terra, bem como todas as árvores em que há fruto que dê semente; ser-vos-ão para mantimento".(Gn 1:29)
   
"E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todo ser vivente que se arrasta sobre a terra, tenho dado todas as ervas verdes como mantimento.
 E assim foi".(Gn 1:30)
   
 "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. 
E foi a tarde e a manhã, o dia sexto". (Gn 1:31)

Concluída toda a obra da criação, viu Deus que tudo era muito bom. Depois, outorgou domínio ao homem sobre a obra da criação.




 "Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; 
e pôs ali o homem que tinha formado".(Gn 2:8)

"Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden 
para o lavrar e guardar".(Gn 2:15)

Vê-se, pois, que ao homem foi dado o direito de desfrutar de tudo quanto fizera parte da criação de Deus, no entanto, exigiu-se-lhe do homem a responsabilidade de cuidar e guardar.

Acontece que, com a entrada do pecado no mundo, a mente e o coração do homem foram terrivelmente corrompidos, de forma que, agora, obstinado à desobediência e à prática do mal, passou a viver segundo suas próprias inclinações. O resultado todos nós já conhecemos: ao longo da história o que era belo, harmônico e perfeito, passou a sofrer transformações pela ação do homem. E, não faz muito tempo, experimentamos no Brasil um terrível desastre ecológico na região de Minas Gerais. Na verdade, uma tragédia que devastou as margens do Rio Doce e contaminou suas águas, com severas consequências e prejuízos ecológicos incalculáveis. É a ação do homem.

Mas até quando estaremos sujeitos a esse tipo de desordem natural vendo a ganância das grandes empresas sobrepor o interesse da sociedade com consequências desastrosas como essa e outras mais? Creio firmemente que só veremos restabelecida a ordem natural das coisas, com equilíbrio e respeito à natureza, ao belo, ao que Deus criou e entregou ao homem, com a restauração proveniente do próprio Criador de todas as coisas.

Esse momento escatológico virá para o bem de todos quantos amam e esperam a vinda do Senhor Jesus.

O novo céu e nova terra é uma promessa ensinada nas Escrituras. 

Desde o Antigo Testamento até o Novo Testamento esta doutrina se faz presente nas Escrituras Sagradas. Ocorrerá, sim, uma renovação cf. citado em Apocalipse 21:1 

"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira 
terra passaram, e o mar já não existe" (Ap 21:1).

E há uma grande expectativa cf. registro do Apóstolo Paulo:  

a natureza criada aguarda, com grande expectativa,
 que os filhos de Deus sejam revelados(Rm 8:19). 

Isso quer dizer que toda a criação será

"libertada da escravidão da decadência em que se 
encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus." (Rm 8:21) . 

A criação será libertada dos efeitos do pecado. 

Aí, sim, tudo estará renovado. 

Que bênção poder crer nisso! Olhando para a verdade bíblica e para a esperança que ela me dá, de um dia ver tudo restaurado, outra vocação não tenho, senão, filiar-me à corrente de todos aqueles que podem ser chamados "conservacionistas". É meu dever preservar, dentro das minhas possibilidades, o meio ambiente e os recursos naturais. É meu dever olhar com olhar de simpatia, mas também de misericórdia, todos os viventes criados por Deus, sejam eles da espécie humana ou não. De maneira similar, posso estar vocacionado e filiado à corrente do conservadorismo, haja vista que, a atitude conservadora é mantida por um conjunto de sentimentos e, por isso, o conservacionista é também um conservador. E você? De que lado está?